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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Livro do dia: Fauna ameaçada de extinção (Download Grátis PDF)



O livro é disponibilizado gratuitamente pela loja do IBGE, e pode ser baixado em formato digital. 

Informações do livro:

A publicação Fauna Brasileira Ameaçada de extinção apresenta 42 espécies que fazem parte da Lista Oficial de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção divulgada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e de Recursos Naturais Renováveis - IBAMA. Os animais aqui destacados, ilustrados em fotos e acompanhados de textos, são representativos dos mais diversos ecossistemas das regiões brasileiras, a saber: Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal, Campos e Caatinga. A distribuição geográfica das espécies, apontada neste livro, segue, igualmente, a orientação do IBAMA. Com esta publicação o IBGE pretende aumentar o interesse da sociedade, em especial do público jovem, pela preservação e conservação do meio ambiente, mostrando um pouco da diversidade da fauna brasileira, não esquecendo, porém de apontar os riscos de extinção a que está submetida.

Links para download:

Download direto pelo nosso site:      * Download aqui 
Download gratuito pela loja IBGE:   * Download aqui



Bons estudos !  
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domingo, 31 de janeiro de 2016

Momento Geologia: Documentário construindo a terra



O documentário acompanha desde o surgimento do planeta terra até o aparecimento da espécie humana, venha nesta viagem e explore os principais acontecimentos que marcaram o nosso planeta e o defiram como ele é hoje.

Documentário dublado:



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sábado, 30 de janeiro de 2016

Aquecimento Global: Verdade ou mito ?



As mudanças climáticas sempre fizeram parte da história do nosso planeta, mudanças essas que definiram como o mundo realmente é hoje. Recentemente uma grande discussão levanta-se sobre o tema do aquecimento global, alguns consideram mito e outros defendem medidas a serem tomadas enquanto temos tempo.

O nosso planeta sofre constantemente mudanças, mas observa-se que nós humanos aceleramos ainda mais essas mudanças, em consequências das nossas ações ao longo da história da humanidade, desde quando dominamos a agricultura não paramos de modificar o nosso espaço, modificações essas que geraram muitas vezes ações irreversíveis, como a extinções de animais. Com avanço da humanidade modificamos ainda mais o espaço em que vivemos desde o desmatamento das florestas europeias durante a idade média até a emissão de gases poluentes cada vez maiores na atmosfera. A emissão desses gases juntamente com os desmatamentos, queimadas, entre outros fatores, contribuem para o aquecimento global, que pode ser definido como o processo de aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra causado pelas emissões humanas de gases do efeito estufa, amplificado por respostas naturais a estas perturbações. 

Com o aumento da temperatura as geleiras dos polos sofrem como derretimento, ocasionando assim o aumento do nível dos mares e consequentemente inundações nas áreas propícias localizadas tanto nos litorais, quanto nas áreas afastadas. Observa-se que isso geraria o caos nas grandes cidades mundiais, pois estas se localizam em áreas litorâneas como: Londres, Rio de Janeiro, Tóquio, Nova Iorque e entres outras cidades.

Alguns cientistas afirmam que o aquecimento global é um mito, não passa de uma história inventada, mas observa-se que as mudanças estão ocorrendo de maneira considerada rápida, mudanças que levariam séculos podem ocorrer em 50, 70 ou 90 anos.

Na lista abaixo, com dados do projeto Skeptical Science, que se dedica a refutar as crendices populares sobre o aquecimento, esclarecer os mal entendidos e divulgar a ciência de ponta em uma linguagem acessível, vão citados os dez mais frequentes argumentos (A) correntes entre o povo para negar a realidade ou a gravidade do fenômeno atual, usados também por políticos e empresas, junto com a resposta dos cientistas (R) em forma sintética:

A: O clima já mudou no passado. — R: O clima é um sistema sensível à influência de vários fatores. No passado houve fatores naturais que provocaram mudanças. Hoje, o fator determinante é a atividade humana.
A: O sol é a causa. — R: Desde a década de 1980 as tendências da atividade solar e da temperatura terrestre vão em direções opostas, ou seja, o sol está esfriando e a Terra está esquentando.
A: Não vai fazer mal. — R: Efeitos positivos sobre o meio ambiente, a produção de alimentos e a saúde humana são duvidosos, efeitos negativos importantes já estão sendo documentados por múltiplos estudos e provavelmente devem se agravar se o aquecimento continuar em sua progressão atual, ultrapassando largamente os alegados benefícios.
A: Não há consenso entre os cientistas. — R: O consenso existe e é quase unânime: cerca de 97% dos climatologistas concordam que a atividade humana é a causa do aquecimento atual.
A: Está na verdade esfriando. — R: A última década foi a mais quente na história dos registros.
A: Os modelos teóricos não são dignos de confiança. — R: Os modelos usados têm limitações e margens de erro, e como em geral são modelos globais, são imprecisos no que diz respeito a detalhamentos regionais, mas reproduzem com grande aproximação as mudanças em escala global do clima observadas historicamente, e por isso suas projeções para o futuro são plausíveis e confiáveis. Não obstante, os modelos vêm sendo constantemente aperfeiçoados.
A: Os registros não são dignos de confiança. — R: Muitas estações meteorológicas não são instaladas como deveriam para colher os dados adequadamente, podendo estar próximas de fontes de calor ou de estruturas que criam microclimas diferenciados, como os centros urbanos e suas ilhas de calor, mas os cientistas sabem disso e fazem as compensações necessárias para corrigir os dados e torná-los confiáveis. Além disso, os dados colhidos em estações terrestres são checados com outros obtidos por métodos diferentes, como por exemplo a sondagem por satélite e a análise de registros contidos no gelo e em sedimentos oceânicos. Essa checagem cruzada minimiza em muito a possibilidade de erro grave, e revela em todas as formas de análise resultados comparáveis.
A: Plantas e animais podem se adaptar a mudanças no clima. — R: É verdade, mas a adaptação das espécies selvagens a mudanças ambientais só acontece em largos períodos de tempo. A rapidez da mudança atual é demasiada para que os processos naturais de adaptação se completem a tempo para a vasta maioria das espécies, inevitavelmente levando à extinção ou a significativo declínio populacional muitos tipos de seres vivos. De fato, a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) prevê que se a elevação da temperatura chegar a 3,5 °C, até 70% de todas as espécies existentes hoje serão provavelmente extintas.
A: Desde 1998 não esquenta. — R: Em termos globais, 2005, 2010, 2014 e 2015 foram os anos mais quentes na história dos registros. As três últimas décadas foram as mais quentes desde 1850.

A: A Antártida está ganhando gelo. — R: Embora a área coberta por gelo possa estar se expandindo em alguns locais, o volume total do gelo está em declínio. Medições de satélite apontam que a Antártida perde mais de 100 quilômetros cúbicos de gelo a cada ano desde 2002.

Confira abaixo imagens que representam essas mudanças associadas ao aquecimento global:


A diminuição do gelo flutuante do Ártico é um dos sinais mais evidentes do aquecimento global. A animação acima mostra a redução entre 1979 e 2010.

Imagem de satélite do O ciclone Nargis:


O aumento da ocorrência de fenômenos de clima extremo como esses é uma consequência provável do aquecimento global.


Variação de temperatura na Terra de 1860 até 2004.

Cabe a você tirar suas próprias conclusões, você acredita ou não no aquecimento global ?



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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Climas do Brasil




O clima corresponde ao conjunto de variações do tempo em uma determinada localidade. Para estabelecer o clima de um lugar é necessário analisar os fenômenos atmosféricos durante um período de, aproximadamente, 30 anos. O clima também está diretamente relacionado à formação vegetal.

No território brasileiro existe uma grande diversidade climática, devido a nossa grande extensão territorial com diferenças de relevo, altitude, dinâmica das massas de ar e das correntes marítimas, todos esses fatores influenciam no clima de uma região.

O Brasil apresenta seis tipos de climas diferentes, são eles:

Tropical – Clima do Brasil central, também presente na porção oriental do Maranhão, extensa parte do território do Piauí, na porção ocidental da Bahia e de Minas Gerais, além de ser encontrado também no extremo norte do país, em Roraima. Caracteriza-se por temperatura elevada (18 °C a 28 °C), com amplitude térmica de 5 °C a 7 °C, e estações bem definidas (uma chuvosa e outra seca). A estação de chuva ocorre no verão; no inverno ocorre a redução da umidade relativa em razão do período da estação seca. O índice pluviométrico é de cerca de 1,5 mil milímetros anuais. 

Semiárido – Ocorre no interior do Nordeste, na região conhecida como Polígono das Secas. Corresponde a quase todo o sertão nordestino e aos vales médio e inferior do rio São Francisco. Caracteriza-se por temperaturas elevadas (média de 27 °C) e chuvas escassas e mal distribuídas, em torno de 700 milímetros anuais. Há períodos em que a massa equatorial atlântica chega ao litoral norte da região Nordeste e atinge o sertão, causando chuvas intensas nos meses de fevereiro, março e abril.

Subtropical – Ocorre nas latitudes abaixo do trópico de Capricórnio. Está presente no sul do estado de São Paulo e na maior parte do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. É influenciado pela massa polar atlântica, possui temperatura média anual de 18 °C e amplitude térmica elevada (10 °C). As chuvas não são muito intensas, mil milímetros anuais, porém, ocorrem de forma bem distribuída na região. Nessa região climática do Brasil são comuns as geadas e nevadas. O verão é muito quente e a temperatura pode ultrapassar os 30 °C. O inverno, bastante frio, apresenta as temperaturas mais baixas do país, inferiores a 0 °C.

Tropical Litorâneo – Conhecido também como tropical úmido, compreende a faixa litorânea do Rio Grande do Norte ao Paraná. Sofre a ação direta da massa tropical atlântica, que, por ser quente e úmida, provoca chuvas intensas. A temperatura varia de 18 °C a 26 °C, apresenta amplitude térmica maior à medida que se avança em direção ao Sul. No Nordeste, a maior concentração de chuva ocorre no inverno, já no Sudeste, ocorre no verão. O índice pluviométrico médio é alto, de 2 mil milímetros anuais.

Tropical de Altitude – É encontrado nas partes mais elevadas, acima de 800 metros, do planalto Atlântico do Sudeste. Abrange principalmente os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Está sob influência da massa de ar tropical atlântica, que provoca chuvas no período do verão. Apresenta temperatura amena, entre 18 °C e 22 °C, e amplitude térmica anual entre 7 °C e 9 °C. No inverno, as geadas ocorrem com certa frequência, em virtude da ação das frentes frias originadas do choque entre as massas tropical e polar.

Equatorial – Presente na Amazônia, ao norte de Mato Grosso e a oeste do Maranhão, sofre ação direta das massas de ar equatorial continental e equatorial atlântica, de ar quente e úmido. Apresenta temperaturas médias elevadas (de 25 °C a 27 °C), chuvas durante todo o ano e reduzida amplitude térmica (inferior a 3 °C).
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Top 5 menores países do mundo





5º  San Marino


A República de San Marino é um país situado nos Apeninos. Ele é um enclave encravado, completamente envolto pela Itália. Seu tamanho é de apenas 61 km² com uma população estimada em 30 000 hab. Sua capital é a Cidade de San Marino.

 4º Tuvalu

Tuvalu é um Estado da Polinésia formado por um grupo de nove ilhas e atóis, antigamente chamado Ilhas Ellice. Seu tamanho é de apenas 26 km² com uma população estimada em 12 273 hab. Tem como sua capita Funafuti.

3º Nauru 


Nauru, oficialmente República de Nauru, conhecida antes como Pleasant Island, é um país insular do hemisfério sul, localizado na Oceania, que compreende uma área de 21 km², o que faz dele o menor país insular do mundo. 

2º Mónaco

O Principado do Mónaco ou Principado de Mônaco é uma cidade-estado soberana, e, portanto, um microestado, situado no sul da França. Possui aproximadamente uma área de 2,02 km², sendo o segundo menor Estado do mundo, atrás apenas do Vaticano.

1º Vaticano


O Vaticano ou Cidade do Vaticano, oficialmente Estado da Cidade do Vaticano, é a sede da Igreja Católica e uma cidade-Estado soberana sem costa marítima cujo território consiste de um enclave murado dentro da cidade de Roma, capital da Itália.
Seu tamanho é de apenas 0,44 km² com uma população estimada em 836 hab.

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